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2º ENCONTRO - PALCO DO ROCK 2007 EM DISCUSSÃO!!
Espaço Raul Seixas - Sindicato dos Bancários - 19/11/2006
Por Sandra de Cássia / Revisão: Gabriel Amorim
Não achem que está defasada porque não está!! Neste ENCONTRO, existem pontos importantes para quem precisa de informações e tirar dúvidas!!
Domingo, dia 19/11, às 14:00h, no Sindicato dos Bancários, deu-se inicio a realização do último Encontro de bandas LOCAIS antes do resultado da seletiva!!! Este encontro tinha como intenção central socializar, democratizar ainda mais e tirar dúvidas sobre o evento de forma clara e objetiva.
Destaque: Na oportunidade, a ACCRBA levou ao local do encontro todo material enviado para a seletiva 2007. Acreditamos que em lugar nenhum os inscritos nestes formatos de seletivas foram colocados frente a frente com os materiais dos concorrentes!!
A intenção desta ação era para que todos tomassem conhecimento do que recebemos, vissem a qualidade, seriedade, responsabilidade com que as bandas enviam materiais. E que pudessem esquecer a idéia de que o processo é composto de “cartas marcadas”, de joguetes, de panelinhas, e assim comprovarem que os citados como “grandes nomes” pela mídia não mandam material. Diversos pontos importantes foram levantados por conta desta atitude, como a necessidade do profissionalismo, usando como exemplo o cuidado com a apresentação do material. Esta integração não será apenas importante para a seletiva do PALCO DO ROCK, mas para toda e qualquer de festivais pelo Brasil e Gravadoras.
O Encontro: Abri a reunião, antes de tudo, agradecendo a presença de todos que se fizeram presentes, que abriram mão do seu domingão à tarde... Neste momento aproveitei para informar dos milhares de domingos e semanas, noites que já tínhamos / abrimos mão para tentar construir estes momentos, assim como o próprio PDR.
Em seguida, apresentei a mesa, que foi formada por 03 dos 06 diretores, representantes da ACCRBA, informando que cada um faria uma pequena apresentação de sua função e intenção. Todos se declaram aptos e dispostos a responder aos questionamentos referentes às suas atuações diante de todo o processo.
AJ - Alex Nascimento - Diretor Social da ACCRBA
Gabriel Amorim - Vice - Presidente da ACCRBA
Sandra de Cássia - Presidente da ACCRBA
Não compôs a mesa, mas estava presente, o Chefe de Segurança da equipe de organização do PDR, Ronaldo Silva (Psycho). Após as apresentações, recomendei que fizéssemos o possível para não nos perdermos em assunto algum, sermos sucintos e diretos, e que todos tinham direito à opinião e voto, caso fosse necessário, em qualquer aspecto.
Contamos com a presença da Estudante de Comunicação Cristina, da Faculdade Jorge Amado indicada, pelo nosso diretor de Comunicação Cleber Silva, cuja cobriu o Encontro realizando uma complementação de um trabalho com o assunto.
Falei muito sucintamente sobre o PDR, alternando as histórias passadas com o futuro, falando de soluções para alguns aspectos já constatados para 2007.
Perguntei se todos conheciam a história do PDR. Havia dois que desconheciam. Por este motivo, sugeri que lessem a história sobre a ACCRBA e o PDR no nosso site. Afinal, são 13 anos de histórias... Porém, estávamos ali para responder qualquer dúvida que houvesse relacionado ao passado...
Após, falei um pouco da ACCRBA, sua área de atuação, onde alguns mal informados ainda insistem quer julgá-la até mesmo como centralizadora, e não como parceira, como uma ferramenta a mais para engrandecimento e avanço do cenário rocker baiano. Não somos centralizadores, apenas trabalhamos.
Citei a presença da Ciça, produtora da banda Agressivos HC, e fomentadora do Ex - Espaço Cultural, mais uma figura simpática que conheci. Uma batalhadora do meio que vem há muito tempo fomentando alguns shows e produzindo a banda. Quando visitou a ACCRBA, trouxe uma imagem totalmente deturpada do que somos, e sei que saiu sem ela. Existe uma necessidade muito grande de somarmos, de agregarmos pessoas, porém sérias, para crescermos, avançarmos. E Ciça é uma destas pessoas!!!
A.J. tomou a palavra e usou como referência uma conversa que havíamos tido minutos antes do inicio da reunião, onde enfatizei a evolução e união dos movimentos, citando como exemplo o movimento Hip Hop, que vem se destacando quando passou a entender o peso que pode representar uma organização cultural, social e política.
Gabriel Amorim também falou um pouco desta organização, que foi justamente com base neste ideal que entrou para a ACCRBA há cerca de 6 (seis) anos atrás.
Marcus, da AntCorpus, falou da necessidade de mais participação dos músicos das bandas, que todos podiam colaborar contribuindo principalmente na parte financeira.
Guga Canibal fala um pouco do seu trabalho, e diz que pode tirar um pouco o peso da ACCRBA, sugerindo que as bandas procurassem por ele.
A ACCRBA se posiciona, falando que não quer por agora novos associados e que o quadro de associados vem sendo reformulado para ser mais adequado. Temos consciência da real situação das bandas e que não oferecemos “ainda” o que almejamos em condição de atuar mais efetivamente nas áreas de mais necessidades justamente por falta de apoio. As bandas querem tocar e serem respeitadas, recebendo cachês e criando um real mercado de trabalho e renda. Não achamos justo!! Eu tenho quase 25 anos de militância na cena e ela é a mesma, com pequeninos avanços. Não é justo para as bandas que permaneceram tanto tempo pagarem para tocar, ficar tirando do bolso todo o tempo pra bancarem estruturas e ainda saírem no prejuízo. Não acreditamos neste sistema especulador de cooperação (QUE NÃO É O DA ACCRBA!!), já vivenciei diversas vezes este mesmo esquema que começa e depois se finda, porque as bandas não mantêm estes custos por muito tempo.
Trabalhamos e pretendemos sempre trabalhar o inverso. Exemplo: Muitos visam tocar com bandas grandes julgando apenas o próprio crescimento em função da imagem desta grande atração, porem, nós queremos ter um mecanismo de criar esta grande banda sem precisar deste subterfúgio tão antigo. Isto sim é criar uma cena. ATENÇÃO!! Eu não disse que somos contra as bandas “grandes” que são trazidas para tocarem em eventos aqui, NÃO É ISTO!! Apenas visualizei a intenção.Tocar de igual pra igual é bem legal também. Temos o PDR, que se empenha por atender as bandas INDEPENDENTES e transformá-las em grandes atrações!!! Como foi trazer a SLOW de volta, uma banda que se tornou atração no PDR, incentivando Joel Morconvo, Merlim, o próprio Marcos da AntCorpus a voltar a tocar, a trazer seus talentos de volta a cena. A Ulo Selvagem, que sempre persistiu, entre outras estão aí na cena... Será que está começando a renascer uma confiabilidade!!?? Mostrei também como exemplo de avanço e que tivemos o prazer de prestar algumas assessorias, apoio... Mostramos o belíssimo trabalho do último CD da Eskaravelho. Um outro grande destaque também é a Cobalto, Movidos a Álcool, Mundo Tosco... Por isto, o PALCO DO ROCK é o maior evento Independente do Brasil!! Porque só tocaram e tocam até hoje bandas independentes, qualificadas pelo público e qualidade do material, e que principalmente almejam crescer!!! Pensamos em um mercado auto-sustentável e independente.
Quanto à associados, temos sim, mais não efetivos como foi estimulado pelo Marcos, mas sim como ele próprio, que contribui, colabora, apóia... E que aceitamos também doações importantes, como materiais de escritório, etc... Ressaltei que esta parte de associados será revitalizada, que vêm sendo trabalhada novas iniciativas que vão beneficiar diretamente as bandas. Futuramente, estes mecanismos neste setor resultarão serviços mais abrangentes e apurados, daí justificará a associação a colaboração que falamos no início.
Gabriel toma a palavra e fala das bandas de “diversão” ou passageiras, que preenchem alguns espaços, muitas delas muito boas, e depois somem, acabam. Isto é muito comum e prejudicial, pois toma o espaço de quem realmente quer seguir uma carreira. Outra coisa que esclarece é que apesar do PDR ter como também como iniciativa principal lançar boas bandas, não quer dizer que isto vá interferir no atendimento às iniciantes, porém, estas têm que se ver como tal.
Em seguida, falei do conhecimento de muitos sobre minha pessoa, de trazer à punho de ferro, ou quem sabe aço, tudo que é relacionado com a ACCRBA, principalmente ao que se refere a sua imagem. Não compartilho de ações ou comportamentos com base em demagogias. Ou seja, chegar em um encontro como este e não explorar bem os pontos negativos, que infelizmente são muitos em nosso meio e que é o que prejudica e afeta de certa forma o crescimento de todos dentro de qualquer cena, seria uma hipocrisia sem tamanho. Lutamos vigorosamente internamente para trazer de volta o PDR, evento massacrado pelos ex-governantes dominadores e alguns grupos “excêntricos”, os quais vencemos e estamos vencendo no dia a dia... Lutamos e retornamos ao nosso formato original, aberto ao público. E agora, um pouco mais aliviados, estamos voltando a lutar pra trazer de volta o cachê das bandas, que em um passado áureo, há exatos 10 anos atrás, existia e foi cordado pelo prefeito do PFL, desrespeitando até o DIÁRIO OFICIAL, pois os cachês já haviam sido aprovados !! E em 2001, sagrou-se o desejo maior: cortar o evento.
Esta mudança brusca (corte de cachês) junto à uma maior rigorosidade (mantida até hoje) da seletiva, provocou e provoca muita ira e revolta contra o evento !!! Só que mais de 95% das bandas e músicos da cena local passaram pelo PDR, alguns hoje reconhecidos nacionalmente. Analisemos: muitos se omitem falar da cena da cidade, e quando falam, jamais citam o evento em suas entrevistas. Quando são cogitados, falam mal, dão informações inverídicas... Alguns no nosso meio classificam o Axé e outros elementos como inimigos potenciais!!! Mais é um engano!!! O maior inimigo do desenvolvimento do segmento é na sua maioria participantes do próprio segmento, que brigam entre si por migalhas!!!! Enquanto isso, o evento é super valorizado por quem vêm de fora. Estes, colocam imagens de sua passagem pelo PDR em seus clipes, documentários, releases, enfim... Falam bem das bandas, amigos que fazem por aqui, e desejam voltar... Deste momento em diante, pude explanar uma tese minha, que também se torna motivos de ações de pessoas que criam mal estar entre boatos que mais tarde afetam a cena. Fiz uma pergunta para enfatizar o que vinha falando: Qual a banda entre as 41 presentes que toca ou já tocaram um cover de uma banda local em sua banda?? NÃO EXISTE!!! Um breve silencio, reflexão, talvez!!! Esta referência mostrou o nível de talvez ideologia, que há muito vai longe das bandas de rock de Salvador!!!!
Depois, encerrei falando do exemplo dos grupos de Axé e derivados. Todos tocam a música um do outro !!! Isso se vê principalmente na época do Carnaval. E isto evidentemente mostra uma evolução - ELES ESTÃO DO MESMO LADO!!! PUXAM A CORDA PARA A MESMA DIREÇÃO!!
Guga, tomou a palavra e abordou também comentários nesse sentido, efetivando ou dando a entender as dificuldades que vinha sofrendo e conhecendo em torno deste assunto em relação ao trabalho que vinha realizando e superficialmente deu entender um pouco de algumas decepções que sofreu e avanços que busca com seu trabalho, ressaltando um encontro nosso passado, onde me julgou estar errada quando apresentei minhas teses. Por certo, me quis mal naquele momento, porém hoje, sabe um pouco das verdades e constatou que tudo que falei tinha verdadeiramente razão.
Fomos interpelados por um representante da banda Hard Call sobre a inclusão de estilos ou sobre o preferencial de estilos por parte da ACCRBA. Respondi que as preferências pessoais não eram levadas em conta quando se tratava de seletiva do PDR.
AJ enfatizou o assunto dizendo que ele era apresentador do PDR, apresentador de um programa de rádio também e apresentava as bandas usando da mesma ênfase, independente de quem seja ou estilo. Ou seja, a preferência pessoal não pode jamais interferir na seletiva ou no trabalho a qual se propõe a ACCRBA .
Gabriel enfatiza que o nome PALCO DO ROCK já responde a pergunta. O Palco é pra o Rock e todas as suas vertentes.
Em seguida, a pergunta que não quer calar é sobre a violência ou segurança, assunto em pauta para mais adiante, maas que resolvemos responder logo. Informei que alguns esquemas novos haveriam de ser adotados, como também o aumento no número de segurança particular, e que novamente solicitaríamos mais policiamento por parte da Policia Militar.
Após chamar a atenção por algumas vezes de Marcus (Metrópolis) e Valmar (Knightrider), que falavam assuntos paralelos no fundo da sala, porém pertinentes ao assunto na frente, solicitei que viessem a frente...
Uma pessoa presente falou da relação direta da violência a um determinado segmento especifico. Foi citado também que assim que começaram as apresentações especificamente deste estilo, a violência era logo percebida. Tomei a palavra citando a lembrança de um papo que havia tido com o Marcus (Metrópolis) dias atrás na ACCRBA sobre nossa preocupação em relação a esta observação, ou seja, da falta de espaço ou falta de bandas nos cenário dos festivais do segmento citado, tanto no Brasil como especialmente no nordeste. Recentemente a ACCRBA esteve em três cidades promovendo Encontros como este, tendo a frente Gabriel Amorim, em Natal, Recife e João Pessoa e não se ouviu falar em Bandas de Metal, cena de Metal, Metal nos festivais. Constatamos que o PDR é o festival que realmente garante a participação deste segmento e de muitos outros. Mas e os outros festivais nacionais??? Também são importantes para estas bandas?? Estes espaços têm que ser conquistados. Marcus (Metrópolis) e Valmar (Knightrider) desta vez com Ronaldo, insistem em manter a conversação mais intensa lá atrás. De repente Marcus (Metrópolis), fala em referência ao assunto citando a dificuldade que vem enfrentando em colocar sua banda de Metal pra tocar na FACOM. A faculdade tem espaço para eventos, onde vários segmentos estão participando, mas a banda dele não consegue pauta, diz ele. A polemica aumenta... Daí Marcos da AntCorpus expunha seu pensamento em relação à violência de determinado grupo acompanhado por Guga da Canibal Brasil que também coloca sua opinião, e são retrucados por Everton da Jimmy Six e João Gouveia do Os Noídes, que falam em defesa da FACOM. Marcus Metropolis vem na frente junto ao seu companheiro de banda, o Vocalista Danilo Augusto, e fala em bom tom mais detalhadamente da repressão vivenciada por ele e diz ter procurado a ACCRBA após varias tentativas de montar um festival, e que a ACCRBA foi a única que apresentou interesse em ajudá-lo com um projeto direcionado a sua comunidade.
Com o fato, dá pra entender com mais clareza que a onda de violência está evidenciando um determinado estigma a um grupo, onde as bandas talvez estejam pagando o preço, e nós não responsabilizamos apenas o estilo e sim seus “condutores”. Afinal vivemos em um país tropical, longe das realidades e costumes europeus. As questões são de adaptação ou educação??!! Os VOCALISTAS, estes são os reais condutores de consciência. Estes devem usar os microfones para mostrarem para seu público que estas ações violentas não levam a nada !! No caso do PDR, um vocalista em 2001, com apenas uma frase incendiou o público, alimentando a ação da violência que desencadeou a suspensão do evento. A frase proferida foi mais uma vez informada as bandas na reunião que antecedeu antes do PDR 2006, apenas para ilustrar, por medida de segurança, com a intenção de não ser mais usada, e pasmem... Um vocalista fez uso mais uma vez, e aí... Surtiu a mesma reação...
Pensamos que os vocalistas devem prover uma campanha com discursos inteligentes contra a violência gratuita em shows. Não apenas no PDR, mas em qualquer evento... Sentimos que este segmento se torne isolado, que só participem de eventos deles mesmos. Não sei até que ponto isto seja bom!! Sugerimos que isto fosse pensado e levado à um outro Encontro. A ACCRBA continuará fazendo a sua parte de agregar, de crescer e ser forte, não de dividir. O rock tem mais de 34 sub-estilos (até agora), portanto não podemos dar um dia pra cada estilo... E para nós, só animais têm que ser separados nas jaulas para não se matarem. Após mais algumas colocações neste assunto seguimos para o processo seletivo, assunto esperado por todos.
Inicialmente, tentei conscientizar as bandas que pode haver forma de participação no evento, mesmo sem estarem tocando. Sabemos que o intuito maior é tocar, mas para isto temos que estar preparados. Neste instante mostrei um material totalmente mal apresentado e outro super bem apresentado (a identidade do mal apresentado foi preservada), desde de sua criação e arte, fotos, etc. Era o inicio do processo e da conscientização. Ressaltei, porém, que seriamos flexíveis este ano por entender que a maioria das bandas locais não estão em maioria neste patamar ainda. Mas a importância de uma boa gravação e apresentação é crucial em qualquer processo seletivo de qualquer Festival... Falei da queixa mais comum no ato da entrega do material, exemplo: MEU MATERIAL NÃO TA BEM GRAVADO!! Neste caso, não isto prejudicar tanto neste ano. O processo foi levado pro lado da execução do trabalho, ou seja srs. Músicos: de forma nenhuma podemos compactuar de um material com desafinação, má construção de arranjos, letras e por ai vai (como uma avaliação de uma gravadora). Em uma seletiva, existem casos e casos, e surpreendentes. O que não pode parecer bom para uns é excelente pra outros. Manteremos a ousadia, respeitaremos fatores inovadores, boas iniciativas e nunca esqueceremos que o PDR é um espaço que gera uma vez por ano o encontro de gerações de adeptos deste segmento, onde sempre pretendemos atender bem esta expectativa fazendo com que todos possam se divertir por quatro dias. Essa é a meta e lema.
Ainda como referência de participação das bandas que podem ficar de fora do PDR tocando, mas podem participar de outras formas, peguei um CD da banda Chipset Zero (SP) e Plexus (SSA), que trouxemos para sortear entre os presentes. São materiais de grandes bandas. Perguntei se eles estavam presentes?? Não, não estavam, mas estavam sendo lembrados. Certo?? Assim podiam ser lembradas, citadas no PDR, sem estarem tocando!!! A verdade é que sentimos muito que após o resultado, muitas bandas taxam como desonesto o processo, denegrindo a imagem do evento. Então, buscamos criar formas de participação de quem tem banda de verdade que quer participar do movimento... No PDR, existe também a VACA VERDE, espaço que as bandas podem consignar seu material, participar da campanha solidária que ajuda a CAASAH, hospital que cuida dos portadores do Vírus HV, mais especificamente a ala da criança.
Guga Canibal repassou para ACCRBA ingressos do evento Canibal & Dead Fish junto mais 04 bandas locais para serem sorteados.
Após este momento, encerrei o Encontro solicitando votação: Se todos os presentes achavam que daqui por diante as bandas selecionadas para o evento deveriam se reunir após o resultado da seletiva ou só receber todas as coordenadas por email. A plenária votou pela reunião.
Retirei-me da mesa, onde Gabriel e AJ assumiram os sorteios dos CDs da Chip7 e da Plexus, entradas para o shows. Os músicos presentes foram de encontro a todo o material recebido para o processo seletivo que estava exposto.
Abraços a todos!!!
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Desculpem a má qualidade das fotos. Foram tiradas de Celular.
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